Luís Miguel Lourenço, Chairman do Young Pharmacists’ Group International Pharmaceutical Federation

Há uns anos a esta parte, as Farmácias Portuguesas têm sido vistas como um modelo a seguir a nível internacional pelo desenvolvimento de serviços de valor acrescentado alicerçada não só, mas também, no trabalho de jovens farmacêuticos. As recentes alterações legislativas, aos colocarem as Farmácias numa situação financeira delicada, poderão comprometer a prestação destes serviços, a preparação de jovens farmacêuticos para o mercado de trabalho e a sua própria subsistência.

É com preocupação que assisto a este processo em Portugal pois, a nível internacional, a tendência é a de facultar mais meios às Farmácias para desenvolverem os seus recursos humanos e, assim, prestarem mais e melhor assistência às populações. Torna-se urgente reverter o actual estado financeiro das Farmácias para preservarmos um serviço farmacêutico de qualidade às populações no futuro.