Depois de chegar a esta situação quase de desespero, apelo que tudo seja feito para que os utentes tal como eu continuem a ser atendidos com a qualidade e carinho a que eu estou habituado. O Estado do qual eu faço parte pois para isso eu desconto, deve honrar as suas obrigações não contribuindo para a degradação das Farmácias Portuguesas. O que esta a acontecer não é admissível num estado de direito, sendo o próprio Estado um mau exemplo, ao deixar chegar a esta situação de incumprimento, como também de abandono quase total.
António Luciano C. Lopes, 28 Setembro 2012
Gostaria de mostrar a minha solidariedade, juntando a minha voz à de muitos portugueses. A minha aldeia é pequena e se ficarmos sem farmácia o que vai ser dos nossos idosos e de nós mesmos. Será sem dúvida um colapso total. Por favor não nos deixem ficar sem farmácia. É a nossa vida que está em jogo.
Francisco Pedro Garcias Doudinho, 28 Setembro 2012
Porque têm de ser as Farmácias a pagar a crise? O despesismo nos Hospitais continua, já gastaram mais de 185 milhões do que lhes foi atribuído. As numerosas administrações hospitalares continuam. As farmácias de venda publico nos Hospitais foi o que se viu, só prejuízo para o Estado (bem foram avisados do que iria acontecer). Fiscalização para controlar medicamentos e material que sai dos Hospitais, nada. Depois para acerto das contas do orçamento de Estado estamos cá nos para pagar e para nos levarem a falência. Sem mais comentários.
Manuel de Sousa, 28 Setembro 2012
É desanimador e triste ouvir na rádio e ver, diariamente, na televisão as informações desconcertantes sobre a situação económica de muitas farmácias portuguesas, algumas delas - bastantes - na iminência de encerrarem. É certo que estamos a viver tempos difíceis. Mas pergunto: que apoio têm tido as farmácias, quer deste como de outros governos, tal como têm apoiado outros sectores da economia portuguesa? ZERO!... Não serão só as farmácias a sofrer (têm todo o meu apoio na luta que é preciso travar). Está em causa a própria saúde da população em geral .
Alberto Barreto de Figueiredo, 26 Setembro 2012
As medidas legislativas implementadas no sector da farmácia nos últimos 7 anos e o cenário de degradação do poder aquisitivo a que se assiste vieram pôr em causa muito mais do que a rendibilidade mas a própria  continuidade da farmácia comunitária em Portugal nos moldes em que a conhecemos e que a população em geral reconhece como sendo os mais adequados para a servir. Temos de nos unir e mostrar ao Governo que é necessário agir e reverter de alguma forma os danos causados.
Joana Munoz Cardoso, 26 Setembro 2012
As Farmácias são como a nossa casa e os profissionais que nelas trabalham são como a nossa família, pois quando estamos doentes e não podemos ir ao médico, são eles que nos aconselham e nos ajudam a resolver certos problemas. É pois com grande pesar que vejo 600 farmácias em risco de fecharem as portas. Deixo aqui a minha solidariedade e faço um apelo ao Governo: Abram os olhos e vejam que isto não pode continuar. Como sempre os pobres é que pagam a crise. É com indignação que mais uma vez exijo ao  Governo que tome medidas para resolver este caso.
Maria do Carmo Castro, 27 Setembro 2012
As farmácias não podem pagar pelo roubo que os nossos governantes nos tem feito nos últimos anos.
Aníbal Santos, 27 Setembro 2012
É inadmissível que se verifique cortes nos medicamentos comparticipados, e o fecho de farmácias que o governo quer fazer, pois há cidadãos que só têm uma farmácia no concelho que habitam.
Ondina Calado, 27 Setembro 2012
A mensagem que desejo transmitir não é somente pela solidariedade para com as dificuldades que as farmácias estão a viver mas também e PRINCIPALMENTE porque DÓI quando: Já perdemos emprego – não há remédio; Já perdemos bens – não há remédio; Já passamos fome – não há remédio; AGORA, HAVER REMÉDIO PARA DOENÇAS E NÃO OS TERMOS PORQUE PODERÁ NÃO HAVER FARMÁCIA!
Filomena, 27 Setembro 2012
O vosso trabalho é o complemento do trabalho dos médicos,  dos centros de saúde e dos hospitais. Há uma frase na vossa mensagem que mostra bem o vosso sentir: "As farmácias estão de luto mas não fazem greve". Estão de parabéns e hão de vencer.
João Carlos Correia de Almeida, 27 Setembro 2012

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