A Farmácia, um bem de primeira necessidade para um doente, como a água e o oxigénio sem os quais nada existiria, também atingida por esta onda de "Desgovernância"? Andamos há décadas a enviar medicamentos para os povos desfavorecidos de África e agora somos nós a mendigar esses medicamentos? É admissível que doentes cardíacos, pulmonares, renais, asmáticos, diabéticos, hipertensos fibromiálgicos, tenham de sofrer e morrer porque neste mundo de austeridade já nem há direito ao “balão de oxigénio” da doença? Uma Farmácia NÃO PODE FECHAR!!!
Paula Torres, 27 Setembro 2012
Em cada Farmácia existem funcionários, em cada armazenista existem funcionários, em cada laboratório existem funcionários...O que vai acontecer a muitas destas pessoas em 2013 se fecharem farmácias??? MAIS DESEMPREGO!!!! AS FARMÁCIAS ESTÃO DE LUTO E O POVO TEM DE IR À LUTA!
Bruno Pacheco, 27 Setembro 2012
Não podemos perder a excelente qualidade de serviço que as nossas farmácias prestam. Precisamos do apoio de todos para que os nossos governantes percebam o que todos temos a perder.
Fernando Cardoso, 27 Setembro 2012
Não dá, neste momento, para suportarmos as nossas despesas.
Fátima Gomes, Farmácia Lobos Mar, 24 Setembro 2012
Baixando o preço dos medicamentos baixam as margens das farmácias. Nós estamos mesmo no limiar.
Teresa Afonso, Farmácia Luso Britânica, 24 Setembro 2012
A crise nas farmácias vai ser também dos pacientes. Quando os medicamentos faltarem, principalmente os essenciais, ou tiverem que os pagar na totalidade, aí sim haverá sofrimento. Ou as coisas mudam rapidamente ou as consequências de toda esta situação vão ser terríveis.
Nuno Hernâni Rodrigues, 26 Setembro 2012
Estou solidário com todos os meus colegas, este é o ponto da rutura no nosso sector. Temos um legislador que não avalia, estuda, e apenas adota medidas discricionárias desde 2005 que se agudizaram nestes últimos dois anos, só se interessa da poupança para o Estado não olhando a meios para atingir os seus fins. Por razões económicas do País adotaram medidas que nunca foram avaliadas desde a sua implementação. Estas resultaram na asfixia e no colapso, atirando as Farmácias Portuguesas para a o limiar da falência iminente. É tempo de analisar a poupança gerada entre a área  ambulatória e a hospitalar e ver quem está a gerar verdadeiras poupanças ao Estado e quem tem que tirar gorduras.
António Luis Reis, 26 Setembro 2012
Estamos de luto, é um facto! Mas estamos de porta aberta. Como sempre, aliás! Há sempre uma Farmácia aberta, uma porta aberta ao utente, gente qualificada dentro dessa porta, aconselhamento gratuito, inúmeros serviços gratuitos, farmácias com condições ímpares relativamente ao resto da Europa. Tudo isto está em causa! Em nome do bem comum, levaram-se farmácias para dentro dos hospitais. Está à vista o resultado! Estão falidas e sem medicamentos para dispensar. Não estrangulem um sector que era auto-suficiente e que, apenas por ser privado, conseguia andar. Deixem-nos trabalhar e continuar a dar o apoio às populações que o Estado há muito se demitiu de fazer.
Joana Costa, 26 Setembro 2012
Sou farmacêutica há mais de 20 anos. Fazemos curativos, damos injeções, fazemos domicílios, acudimos a qualquer pedido de auxilio, tudo de fácil acesso e a custo zero, 12 horas por dia. Trabalhámos em dia de Natal, Páscoa, etc., deixamos para trás muitas vezes as nossas famílias só para podermos ajudar o próximo. A farmácia É, não, ERA assim, pois hoje em dia e de há uns anos a esta parte, o que têm feito é tentado destruir este modelo das farmácias portuguesas. Temos que nos unir em prole de um FUTURO MELHOR PARA TODOS, com SAÚDE e DIGNIDADE. Mesmo assim tenho muito ORGULHO em SER FARMACÊUTICA no nosso PAÍS!
Maria Helena Barbeito, 27 Setembro 2012
É vergonhoso o estado em que está a ficar o nosso país! Cada vez mais existem pessoas sem dinheiro e a passar por imensas dificuldades. Toda a gente precisa de farmácias e do serviço que elas nos dão! Por favor mudem o rumo do nosso país. Estamos sufocados de tantas medidas.
Maria Martins, 26 Setembro 2012

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